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Gerar código de barras EAN, UPC, CODE128 ou CODE39

Gera código de barras nos formatos EAN-13, EAN-8, CODE128, CODE39 e UPC-A, calculando e validando o dígito verificador nos formatos que o exigem, com exportação em PNG e SVG.

Código completo: 7891234567895 (dígito verificador 5 calculado corretamente).

Processamento local: seu arquivo não sai do seu computador.

Cinco formatos, dois propósitos diferentes

Código de barras não é um padrão único — é uma família de padrões diferentes, cada um pensado para um contexto de uso. EAN-13, EAN-8 e UPC-A são os formatos usados para identificar produto de varejo, lidos no caixa de qualquer loja; sua estrutura fixa de dígitos e o dígito verificador existem justamente para esse uso em escala, onde um erro de leitura precisa ser detectado automaticamente. CODE128 e CODE39 são formatos de uso mais geral, aceitando texto e não só números, usados em logística, controle de estoque interno e identificação de ativos — contextos onde a estrutura fixa de um código de produto de varejo não se aplica.

O que o dígito verificador realmente resolve

Um código numérico de produto tem um dígito a mais do que parece necessário — esse dígito extra é calculado matematicamente a partir dos outros, seguindo uma fórmula pública e fixa. Ao ler o código de barras impresso, o leitor recalcula esse dígito a partir dos demais e confere se bate com o que está gravado: se não bater, é sinal de erro de leitura (um risco na etiqueta, uma falha de impressão) ou de digitação errada em algum sistema que recebeu o número manualmente. É um mecanismo de detecção de erro, não de segurança ou autenticidade.

Como esta ferramenta calcula e confere o dígito

Para EAN-13, EAN-8 e UPC-A, é possível digitar só os dígitos de dado (sem o verificador) — a ferramenta calcula o dígito que falta e mostra o código completo. Também é possível digitar o código já completo, incluindo um dígito verificador escolhido por quem digitou — nesse caso, a ferramenta confere se ele está correto e avisa quando não bate com o valor esperado, mas sempre gera o código de barras com o dígito matematicamente certo, recalculado, nunca com um valor errado que geraria um código de barras tecnicamente inválido.

Por que CODE128 e CODE39 funcionam diferente

Esses dois formatos aceitam texto livre, não só números de tamanho fixo — CODE128 aceita letras, números e vários símbolos, com uma checksum embutida calculada automaticamente durante a própria codificação, sem exigir um dígito verificador visível separado. CODE39 tradicionalmente não exige dígito verificador nenhum (existe uma variação opcional com verificador mod-43, pouco usada na prática). Por isso, para os dois, o texto digitado é usado diretamente na codificação, sem uma etapa de validação de dígito como a dos formatos EAN/UPC.

Gerar o desenho não é o mesmo que registrar um produto

O código de barras gerado aqui é o desenho técnico correto para o número informado — reconhecível por qualquer leitor de código de barras comercial. Isso é diferente de ter esse número oficialmente atribuído a um produto: código EAN/UPC de verdade, usado em varejo, é emitido por uma entidade de numeração própria em cada país (como a GS1), que garante que aquele número específico não se repete em nenhum outro produto no mundo. Gerar o desenho de um código aqui sem esse registro pode não ser reconhecido como válido por sistemas de varejo que conferem o cadastro do produto, mesmo que o desenho do código esteja tecnicamente correto.

PNG ou SVG: qual escolher

PNG é uma imagem pronta, prática para colar diretamente num documento ou numa etiqueta já montada em outro programa. SVG é um formato vetorial — não perde nitidez em nenhum tamanho de impressão, o que importa especialmente para código de barras, já que a leitura por scanner depende de linhas nítidas e bem definidas: um código de barras borrado por ampliação de uma imagem pequena pode falhar na leitura, enquanto um SVG ampliado continua com as barras igualmente nítidas em qualquer tamanho final de impressão.

O que esta ferramenta não faz

Ela não atribui nem registra um código de produto novo em nenhuma base de dados de varejo, não verifica se um número já está em uso por outro produto, e não garante que o código gerado será aceito por um sistema de ponto de venda específico. O papel dela é gerar o desenho técnico correto a partir do número informado — o restante da cadeia de registro e reconhecimento de um código de produto real continua fora do escopo desta ferramenta.

Perguntas frequentes

O que é o dígito verificador, e como esta ferramenta lida com ele?

É um dígito extra, calculado matematicamente a partir dos demais, que serve para detectar erro de leitura ou digitação — se o dígito verificador não bater com o esperado, o leitor de código de barras sabe que algo está errado. Esta ferramenta aceita tanto só os dígitos de dados (e calcula o verificador automaticamente) quanto o código completo (e confere se o verificador informado está correto) — o código de barras gerado sempre usa o dígito correto, recalculado.

Por que CODE128 e CODE39 não mostram validação de dígito verificador?

Porque esses dois formatos não têm uma convenção simples de um único dígito verificador visível, do mesmo jeito que EAN e UPC têm — CODE128 embute uma checksum própria calculada internamente pelo algoritmo de codificação, e CODE39 tradicionalmente não exige dígito verificador algum (um verificador mod-43 opcional existe, mas não é universalmente adotado). Por isso, para esses dois formatos, o texto informado é usado diretamente, sem uma etapa de validação separada.

Qual a diferença entre EAN-13, EAN-8 e UPC-A?

Os três usam o mesmo princípio de dígito verificador, mudando a quantidade de dígitos: EAN-13 tem 12 dígitos de dado mais 1 verificador (13 no total), o padrão mais comum em produtos vendidos no Brasil e na Europa; EAN-8 é uma versão reduzida, com 7 dígitos de dado mais 1 verificador, usada em embalagens pequenas; UPC-A tem 11 dígitos de dado mais 1 verificador, o padrão mais comum nos Estados Unidos e Canadá.

O código de barras gerado é reconhecido por qualquer leitor?

O desenho segue o padrão técnico de cada formato (EAN-13, EAN-8, CODE128, CODE39, UPC-A), o mesmo que qualquer leitor de código de barras comercial reconhece. Isso não significa, porém, que o número em si está cadastrado em algum sistema de produto — gerar o desenho correto de um código não o registra automaticamente em nenhuma base de dados de produtos.

Posso gerar um código de barras para um produto que vou vender?

Esta ferramenta gera o desenho técnico do código de barras a partir do número informado — ela não atribui nem registra um código EAN/UPC oficial para um produto novo, o que é feito por uma entidade de numeração própria (como a GS1 em cada país). Um código gerado aqui sem estar de fato registrado pode não ser reconhecido como válido por sistemas de varejo que conferem o cadastro.

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